Farta de um coro de bem pensantes e melhores falantes virem botar faladura acerca de uma crise que ando a suportar - e, muito mais grave, a pagar - há anos, sem que veja resultados mínimos de resolução da dita Cansada de ouvir falar num Orçamento péssimo , que se abate mais uma vez sobre uma classe média cada vez mais inexistente, mas que é indispensável aprovar Espantada pela falta de vergonha de antigos governantes, agora armados em salvadores da pátria Venho, em pleno direito de cidadania, propor cinco medidas que resolverão a crise muito rapidamente, a saber: 1 - Reinstauração imediata e oficial da escravatura 2 - Fuzilamento de todas as nefandas criaturas que trabalham na função pública. 3 - Esterilização das classes mais desfavorecidas 4 - Transformação dos dez elefantes brancos que são os estádios de futebol do Euro em guetos para quem não tem emprego. 5 - Altíssimas recompensas monetárias, acompanhadas de muito justas regalias, a quem até agora tem prova...
É uma boa iniciativa mas cá por Portugal parece que querem fazer o contrário e acabar de vez com os pobres e com as classes médias.
ResponderEliminarEm Portugal, como habitualmente, as asneiras são mais que muitas!
ResponderEliminarClasse média é coisa que está reduzida ao mínimo e pobres ...esses são condemados por tentar roubar um polvo e um champô enquanto Dias Loureiro, Isaltino de Morais e semelhantes se continuam a pavonear.
Boa semana.
Talvez o seu assassinato fosse causado por este seu sentido de justiça e preocupação com os mais pobres.
ResponderEliminarLUIZ
Tal e qual como cá!:(
ResponderEliminarbji gde
Os actuais políticos não têm semelhante grandeza. Para nossa desgraça eles apenas se importam em enriquecer, nada mais.
ResponderEliminarAbraço do Zé
Sem tirar nem pôr, minha querida, rrss
ResponderEliminarAbraço apertado
Talvez sim, LUiZ, é o mais provável!
ResponderEliminarAbraços
Os nossos políticos nem merecem assim serem designados!!
ResponderEliminarUma vergonha imensa tudo isto!
Um abraço, ZÉ POVINHO
parece que hoje em dia estão mesmo acabando com os pobres...
ResponderEliminarmatando todos eles de fome!
beijos minha querida
Meu querido, parece que sim, que a via para acabar com a pobreza é matando os pobres de qualquer jeito!
ResponderEliminarBem haja!
Um digno pensamento dum senhor cobardemente assassinado.
ResponderEliminarE assim segue o mundo.
Um longo abraço, querida Amiga minha
Pois talvez fosse por esse digno pensamento dum verdadeiro social-democrata que o assassinaram e , até hoje, não se sabe por quem!!
ResponderEliminarUma boa semana, meu querido.
O curioso dessa frase é que ela teria sido uma resposta dada a uma outra de Otelo Saraiva de Carvalho quando ele visitou a Suécia, no pós 25 de Abril. Teria ele dito a Olof Palme que em Portugal ”queremos acabar com os ricos”, ao que o malogrado primeiro ministro sueco da altura teria respondido que na Suécia “queremos acabar com os pobres”.
ResponderEliminarVeja-se no google :Olof Palm, Otelo, acabar ricos, acabar pobres
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Se calhar por isso o mataram! Nunca deu para entender essa morte. Um homem daqueles num país daqueles!
ResponderEliminarObrigada por relembrar o contexto!
ResponderEliminarEstou mais de acordo com o sueco do que com Otelo, que sempre achei extrovertido em demasia.
Bons sonhos, RUI
Concordo: inexplicável o assassínio de Palme num país como a Suécia eque sem se descubra o assassino!!!
ResponderEliminarBons sonhos, GRACINHA
Cara amiga São
ResponderEliminarDe regresso ao convívio com os amigos da bloga aqui estou a matar saudades deste precioso cantinho. Logo à caeça deparo com esta frase que- se a memória me não atraiçoa- foi proferida por Olof Palme em resposta a uma diatribe de Otelo que, fascinado com a social democracia sueca, mas sem perceber o seu alcance, lhe terá dito que em Portugal pretendíamos cabar com os ricos.
Estamos tão precisados nesta Europa moribunda a precisar de políticos com o nível de Olof Palme!
Um grande abraço e uma boa semana.
Fico muito contente com o seu regresso, meu caro amigo!
ResponderEliminarPois, parece que Otelo ...enfim...houve muita coisa que não percebeu, infelizmente.
E concordo totalmente: os políticos europeus actuais são de uma mediocridade aflitiva!
Um enorme e grato abraço pela sua amável visita, Carlos