Ora aqui está (segundo compreendi) São, a questão principal. Para além de eu defender uma monarquia constitucional, uma república de municípios, com autonomia administrativa, jurídica e financeira seria, de facto, a solução. Para quê um governo que é governado por Bruxelas e um presidente da república, que é tudo menos independente (apenas entrega o cartão do seu partido) e depois diz que é representante de todos os portugueses. A São já reparou que as eleições para a presidência do Estado, são também um campo fértil em que as diferentes forças políticas se degladiam tal e qual como as Legislativas. Cumprimentos.
Quanto aos défices, estou de acordo. Já quanto à descentralização digo que não, se isso passar por aumentar o Estado.Somos tão pequenos, com menos gente de que muitas cidades...
O país é pobre, mas o que nos desgraça é a desorganização e a péssima gestão, além de tudo ser feito em cima do joelho e a pensar só nos proximos dez minutos.
Concordo com Louçã: todos os ministérios deveriam ter orçamento zero em cada início de ano civil.
António Ferreira Gomes, bispo do Porto proibido de entrar em Portugal durante dez anos pela ditadura Salazar-Caetano, afirmava; De pé diante dos homens, de joelhos diante de DEus!"
Eu também tenho as minhas dúvidas. Por isso não compreendo muito bem a necessidade da regionalização.Já bastas as duas Regiões Autónomas, mas essas compreendem-se as razões.
Acho que o eterno problema de Portugal é estar na encruzilhada de todos os interesses imperialistas globais. Não advogo o "orgulhosamente sós" do outro senhor. Mas uma maior afirmação duma identidade própria e autonomia, distantes de interesses alheios. Saibamos ser parte duma Europa, sem nos deixarmos tornar em cão de trela. E se a Europa não nos quiser livres... ora, sempre tivemos muito mar para navegar.
Detesto dizer isto, mas Salazar defendia , à sua maneira retorcida, muito melhor o país do que este bando que segue caninamente os estrangeiros ( mas só no que lhe convém)
Farta de um coro de bem pensantes e melhores falantes virem botar faladura acerca de uma crise que ando a suportar - e, muito mais grave, a pagar - há anos, sem que veja resultados mínimos de resolução da dita Cansada de ouvir falar num Orçamento péssimo , que se abate mais uma vez sobre uma classe média cada vez mais inexistente, mas que é indispensável aprovar Espantada pela falta de vergonha de antigos governantes, agora armados em salvadores da pátria Venho, em pleno direito de cidadania, propor cinco medidas que resolverão a crise muito rapidamente, a saber: 1 - Reinstauração imediata e oficial da escravatura 2 - Fuzilamento de todas as nefandas criaturas que trabalham na função pública. 3 - Esterilização das classes mais desfavorecidas 4 - Transformação dos dez elefantes brancos que são os estádios de futebol do Euro em guetos para quem não tem emprego. 5 - Altíssimas recompensas monetárias, acompanhadas de muito justas regalias, a quem até agora tem prova...
Estavas num colégio , brasileiro ( mas o local pouco importa). Estavas no desempenho da tua profissão , que é nobre e altruísta. Tentaste separar duas alunas de dezasseis anos envolvidas fisicamente em mútuas agressões. E, repentinamente, o namorado de uma delas, com dezoito anos, esfaqueia-te até à morte!! Que criaturas medonhas e sem nenhuma espécie de valores está gerando esta sociedade mecanizada, competitiva e indiferente ao valor da vida humana?! Que educação estamos nós dando às nossas crianças, adolescentes, jovens, para que assassinem tão friamente e sem razão?! Que responsabilização haverá agora para o criminoso?! E para a sua família?! Quando é que os governantes, as famílias, a comunicação social, vão parar para reflectir profunda e seriamente no modelo errado que estão a transmitir às gerações que irão governar o mundo e educar as suas proprias crianças?! Há quanto tempo são vísiveis sinais preocupantes de alerta, sem ninguém tentar travar a tragédia que já aí está?! Sinto...
Ora aqui está (segundo compreendi) São, a questão principal. Para além de eu defender uma monarquia constitucional, uma república de municípios, com autonomia administrativa, jurídica e financeira seria, de facto, a solução.
ResponderEliminarPara quê um governo que é governado por Bruxelas e um presidente da república, que é tudo menos independente (apenas entrega o cartão do seu partido) e depois diz que é representante de todos os portugueses.
A São já reparou que as eleições para a presidência do Estado, são também um campo fértil em que as diferentes forças políticas se degladiam tal e qual como as Legislativas.
Cumprimentos.
Quanto mais descentralização mais corrupção!
ResponderEliminarAbraço
Olá, São!
ResponderEliminarQuanto aos défices, estou de acordo.
Já quanto à descentralização digo que não, se isso passar por aumentar o Estado.Somos tão pequenos, com menos gente de que muitas cidades...
Boa semana; abraço
Vitor
Não sei se passa por aí, São. A avaliar pelo que se passa em algumas autarquias...
ResponderEliminarUma boa noite, amiga
De rodillas? solo ante mi Dios, mi muy querida Sao.
ResponderEliminarAbrazos inmensos!!!
Antes de tudo: obrigada pela tua amizade. Nem sabes como um pouco de apoio nesta hora indigna me faz falta. Também gosto muito de ti, São.
ResponderEliminarA infeliz actualidade de textos antigos! Mas...tens a certeza que esta gente sabe ler? (kkkk)
Beijinho
Já se tentou descentralizar mas ninguém os quer.
ResponderEliminar.
ResponderEliminar.
. o do orçamento teria sempre solução . caso a moral dos "homens" de Estado salvaguardasse os interesses do povo que representam .
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. o que . não é . certamente o caso .
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. um beijo . sempre amigo .
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São, passo rapidamente para deixar um grande abraço e meu obrigada pela solidariedade.
ResponderEliminarNão tens nada para agradecer,
ResponderEliminarEspero que a situação tenha a melhor evolução possível , sem sofrimento em demasia.
Abraço solidário.
Querido PAULO, infelizmente assim é: o maior déice é o da
ResponderEliminarética e da decência e a crise mais aguda a dfos valores.
Abraço apertado, amigo meu.
O país é pobre, mas o que nos desgraça é a desorganização e a péssima gestão, além de tudo ser feito em cima do joelho e a pensar só nos proximos dez minutos.
ResponderEliminarConcordo com Louçã: todos os ministérios deveriam ter orçamento zero em cada início de ano civil.
Até já, TÁXI.
Ler? Oh, ANA, esta gente lá sabe alguma coisa? Pelos vistos, nem de números nem de Excel já que não acertam uma sequer!
ResponderEliminarCaloroso e reconhecido abraço, linda.
António Ferreira Gomes, bispo do Porto proibido de entrar em Portugal durante dez anos pela ditadura Salazar-Caetano, afirmava; De pé diante dos homens, de joelhos diante de DEus!"
ResponderEliminarEstimado amigo RICARDO, te abraço com carinho.
Eu também tenho as minhas dúvidas. Por isso não compreendo muito bem a necessidade da regionalização.Já bastas as duas Regiões Autónomas, mas essas compreendem-se as razões.
ResponderEliminarUm abraço, CARLOS
Penso como tu, acho que cruar regiões num país tão pequeno como o nosso não tem muito sentido.
ResponderEliminarMas como , existem duas líguas oficiais e se estão a traduzir livros do português para o mirandês...já espero todas as tolices!!
Abraços, VÍTOR.
Mas nem tudo pode estar dependente de Lisboa...
ResponderEliminarAbraço, LINO
A monarquia , pois, essa em prncípio representa a nação,,,mas também existem assim uns exemplares que nos valha Deus!
ResponderEliminarSe eu continuar a ser cidadã em vez de súbdita, até nem me importo muito.
Tem razão, essa de entregar o cartão não significa grande coisa. Aliás , estamos a ver como Cavaco está a segurar o Governo actual.
Tudo de bom, CARLOS(II) .
Primeiro temos de correr com estes malandros do poder...
ResponderEliminarAbraço do Zé
Concordo, mas como é que estes idiotas saem de lá???
ResponderEliminarBom fim de dia.
é preciso um trabalho de fundo, mas sera que vai acontecer algum dia?
ResponderEliminarbeijinhos
Tenho a mesma dúvida, porque o trabalho tem que começar por quem elege e por quem se abstém!
ResponderEliminarBeijinhos
Acho que o eterno problema de Portugal é estar na encruzilhada de todos os interesses imperialistas globais.
ResponderEliminarNão advogo o "orgulhosamente sós" do outro senhor. Mas uma maior afirmação duma identidade própria e autonomia, distantes de interesses alheios. Saibamos ser parte duma Europa, sem nos deixarmos tornar em cão de trela. E se a Europa não nos quiser livres... ora, sempre tivemos muito mar para navegar.
Beijos
Detesto dizer isto, mas Salazar defendia , à sua maneira retorcida, muito melhor o país do que este bando que segue caninamente os estrangeiros ( mas só no que lhe convém)
ResponderEliminarAbraço saudoso