Muito boa escolha, São. Como vem sendo habitual comigo nos últimos tempos, marquei a entrada do dia de forma mais bruta.É que ando a perder a paciência... Um bom dia para si
Mas para onde vão esses direitos quando dão prejuízo? Deus criou o mundo para dar lucro, por isso nos deu o ouro, a prata, e a carne picada (para a fast food).
Muito, muito triste! Ainda mais agora, que vivo na terra onde por todo o lado testemunho a herança perene de toda essa desumanidade. Pois, a escravatura foi abolida, mas os efeitos dela ficaram... duradouros. E ainda são bem presentes!
"Queridos irmãos e irmãs, nesta noite santa, contemplamos o presépio: nele, << o povo que andava nas trevas viu uma grande luz >> (Is 9,1). Viram-na as pessoas simples, as pessoas dispostas a acolher o dom de Deus. Pelo contrário, não a viram os arrogantes, os soberbos, aqueles que estabelecem as leis segundo os seus próprios critérios pessoais, aqueles que se fecham aos outros. Contemplemos o presépio e façamos este pedido à Virgem Mãe: << Ó Maria, mostrai-nos Jesus ! >> " Papa FRANCISCO A quem me lê , muito especialmente a quem me dá o prazer da sua companhia , os meus desejos de um Natal com saúde e paz; e de feliz 2016 , sempre junto de quem ama ! E que todas as crianças do mundo, tenham amor e pão...
" Em Ouro Cru" foi lançado publicamente em 8 de Dezembro de 2004. Resultou de uma homenagem de que fui objecto por parte da S.F.A.L., da Junta de Freguesia do Lavradio e da Câmara Municipal do Barreiro. É o meu primeiro livro individual de poesia e tem ilustrações de Kátia R., Zilda D. e Manuel Antunes. O prefácio é de João Carlos Pereira, nosso companheiro de blogosfera. Quero deixar aqui público e comovido agradecimento pela oportunidade que me foi oferecida de poder realizar um sonho antigo e de poder, assim , prestar honra e memória a uma pessoa íntegra e a quem devo tudo: meu Pai, a quem dediquei o livro! A minha gratidão cobre também, como não poderia deixar de ser, todas as pessoas que me acompanharam nesse dia marcante! Aqui vos deixo um dos poemas: LEGADO Tenho gelo a crescer Por dentro das veias E pesado manto Sobre os ombros: Não desconheço Que a minha barca Começa a sulcar Os atalhos Da mais longa viagem. Sem ignorar os sinais Lego como herança A certa certeza De ...
Concordo!
ResponderEliminarMuito boa escolha, São. Como vem sendo habitual comigo nos últimos tempos, marquei a entrada do dia de forma mais bruta.É que ando a perder a paciência...
ResponderEliminarUm bom dia para si
O meu grato abraço por isso, CATARINA.
ResponderEliminarCompreendo a sua falta de paciência, pois eu também a vou perdendo!
ResponderEliminarO meu abraço agradecido, CARLOS
Nossa omissão colabora com a opressão.
ResponderEliminarA covardia alimenta a bestialidade. Será que a venceremos ?
Mil beijinhos Lê
Penso que estamos beirando uma enorme mudança, amiga.
ResponderEliminarAbraço apertado, querida.
E quando os nossos direitos passam pela escolha ou, pior, por números (cifrões, para pagar as contas no final do mês?.:)
ResponderEliminarbji, querida amiga minha
MInha flor , isso é complicado: já o senti na pele...mas , em certas ocasiões, temos de cerrar as mãos e os dentes e ir mesmo para a luta!
ResponderEliminarUm abraço apertado e solidário, lindinha.
Completamente de acordo!
ResponderEliminarBeijo
Que bom.
ResponderEliminarBeijos
Mas para onde vão esses direitos quando dão prejuízo? Deus criou o mundo para dar lucro, por isso nos deu o ouro, a prata, e a carne picada (para a fast food).
ResponderEliminarOs direitos nunca dão prejuízo... é tudo uma questão de opção política
ResponderEliminarBeijo
Muito, muito triste! Ainda mais agora, que vivo na terra onde por todo o lado testemunho a herança perene de toda essa desumanidade. Pois, a escravatura foi abolida, mas os efeitos dela ficaram... duradouros. E ainda são bem presentes!
ResponderEliminarUm longo abraço
Foi oficialmente abolida...Beijinhos
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