Egipto:Cairo ( 3 de Junho, 2008) Eu não sou católica, como é de conhecimento público . Sou assim insuspeita na posição que agora tomo em defesa do cardeal patriarca de Lisboa, José Policarpo, quando alerta para o casamento de uma não-muçulmana com um muçulmano. Considero que fez muito bem em alertar as jovens para o risco que correm neste tipo de enlace, dado o estatuto da mulher no mundo árabe. Muito particularmente se for viver para um país onde vigore a sharia. Eu tive oportunidade de ir ao Egipto e pude constatar - numa mera viagem turística - como é que as mulheres são tratadas : tanto as europeias como as naturais. Portanto, é conveniente para quem decida assumir um casamento assim, a obtenção da máxima informação possivel, para não sofrer surpresas bem desagradáveis. Como, entre outras coisas, ver o marido casar mais três vezes legalmente e sem sequer a informar se assim o entender. Mas quando afirma : "Só é possível dialogar com quem quer dialogar. E, por exemplo, com os ...
Que me tragam flores agora, não quando deixarem de ter importância.
ResponderEliminarNo mais, que falem muito!
Abraços.
Quanto às flores , estamos de acordo!
ResponderEliminarBeijinhos
Não escolho São, deixo a liberdade a cada um, que cada um se expresse conforme a sua personalidade, para mim já não fará diferença. Apenas escolho a cremação, se possível. A única coisa que gostaria é que não rezassem junto de mim em voz alta, precisamente para darem liberdade a todos e para que à volta haja respeito pela forma de sentir e chorar de cada um. Foi um trauma que me ficou do funeral de alguns amigos na terra onde habito, onde alguns religiosos se instalam a rezar o terço repetidamente, não dando muito espaço às pessoas amigas para abraçarem ou confortarem a família, partindo do princípio que aquele é o principal conforto. Penso que para isso chega a cerimónia religiosa. Felizmente não acontece em todos os casos, mas bastaram-me dois ou três para fazer logo a minha opção.
ResponderEliminarBeijinhos
Branca
Ah, quanto a flores, também as prefiro agora.
ResponderEliminarBeijos
Acho que há gestos bonitos, mas continuo a pensar que é em vida que se mostram os sentimentos.
ResponderEliminarSe eu adoecesse agora, fecharia a porta a muita gente.
Um gde beijinho
Ah...perdoe-me, querida amiga, se estiver a dizer disparates e as minhas palavras estiverem descontextualizadas, mas só consegui ler até menos de meio, porque bloqueou.:)
ResponderEliminarQue me respeitem em vida eis o que quero.
ResponderEliminarLUIZ
Quanto à cremação desde os meu 16 ou 17 anos que proclaqmo ser essa a minha vontade...e nem imaginas a escandaleira que foi!
ResponderEliminarQuanto a preces, pois que sejam silenciosas...e também por isso falo em silêncio.
Quanto a flores, pois estamos em sintinia, rrss
Beijinhos, BRANCA
Sim, mas também na morte: que me cremem e que não contem anedotas no funeral, por exemplo.
ResponderEliminarE que quem me magoou nem apareça!
Um abraço, LUIZ
Querida NININHA, estamos em sintonia, amiga.
ResponderEliminarEm vida é que temos que fazer pelos outros tudo quanto pudermos e oferecer-lhe o que lhes dá prazer...não depois!
Bem haja!
Um dia fiz um poema sobre a minha morte. Hoje não me apetece falar disso.
ResponderEliminarUm abraço e uma boa semana.
rrsss rrss, pois não fale!
ResponderEliminarAbraço-a
SÃO, muitas flores e carinho, agora. Depois, nada mais importa.
ResponderEliminarAbraços
Tem toda a razão, minha querida.
ResponderEliminarBeijinhos
Não quero falar da morte... agora, que ela está tão ausente de mim, mas tão presente na sombra.
ResponderEliminarNunca morrerás no meu Coração! Sempre caminharemos lado a lado.
Te abraço
......
ResponderEliminarUm enormíssimo abraço, Irmão!