Infelizmente ainda existe muita irresponsabilidade em relação à Pandemia. Ainda existe quem pense que as coisas más só acontecem aos outros. Mas medo? Quem é que sendo humilde e goste de viver não tem medo? . Abraço. Um dia feliz. Cuide-se . Pensamentos e Devaneios Poéticos .
Ter medo do desconhecido é normal. Entrar em pânico é doentio, e mata tanto ou mais que o vírus. Também penso que são as nossas agressões ao planeta as causas da Pandemia. Abraço e saúde
Não sei se o medo se propagou mais rápido do que o virus? Talvez em alguns paises do mundo isso possa ter acontecido? No entanto, não é o que tem acontecido e continua a acontecer aqui em Portugal. Ainda há por aí muita pessoas a desafiar o bicho. Porquanto só se lembram de Santa Bárbara quando ouvem os trovões!
"Queridos irmãos e irmãs, nesta noite santa, contemplamos o presépio: nele, << o povo que andava nas trevas viu uma grande luz >> (Is 9,1). Viram-na as pessoas simples, as pessoas dispostas a acolher o dom de Deus. Pelo contrário, não a viram os arrogantes, os soberbos, aqueles que estabelecem as leis segundo os seus próprios critérios pessoais, aqueles que se fecham aos outros. Contemplemos o presépio e façamos este pedido à Virgem Mãe: << Ó Maria, mostrai-nos Jesus ! >> " Papa FRANCISCO A quem me lê , muito especialmente a quem me dá o prazer da sua companhia , os meus desejos de um Natal com saúde e paz; e de feliz 2016 , sempre junto de quem ama ! E que todas as crianças do mundo, tenham amor e pão...
" Em Ouro Cru" foi lançado publicamente em 8 de Dezembro de 2004. Resultou de uma homenagem de que fui objecto por parte da S.F.A.L., da Junta de Freguesia do Lavradio e da Câmara Municipal do Barreiro. É o meu primeiro livro individual de poesia e tem ilustrações de Kátia R., Zilda D. e Manuel Antunes. O prefácio é de João Carlos Pereira, nosso companheiro de blogosfera. Quero deixar aqui público e comovido agradecimento pela oportunidade que me foi oferecida de poder realizar um sonho antigo e de poder, assim , prestar honra e memória a uma pessoa íntegra e a quem devo tudo: meu Pai, a quem dediquei o livro! A minha gratidão cobre também, como não poderia deixar de ser, todas as pessoas que me acompanharam nesse dia marcante! Aqui vos deixo um dos poemas: LEGADO Tenho gelo a crescer Por dentro das veias E pesado manto Sobre os ombros: Não desconheço Que a minha barca Começa a sulcar Os atalhos Da mais longa viagem. Sem ignorar os sinais Lego como herança A certa certeza De ...
Infelizmente ainda existe muita irresponsabilidade em relação à Pandemia. Ainda existe quem pense que as coisas más só acontecem aos outros. Mas medo? Quem é que sendo humilde e goste de viver não tem medo?
ResponderEliminar.
Abraço. Um dia feliz.
Cuide-se
.
Pensamentos e Devaneios Poéticos
.
Totalmente de acordo.
EliminarPenso que é natural e normal ter medo, mas não podemos entrar em pânico. Temos que nos cuidar e pensar também nos outros.
Abraço com voto de tudo de bom
Facilidade com que se obedeceu?! Não me parece que isso tivesse acontecido ultimamente...
ResponderEliminarRefere-se ao primeiro confinamento, naturalmente...porque o segundo é o que se sabe.
EliminarAtendendo à data estou de acordo com todas estas citações, principalmente com a última.
ResponderEliminarUm beijinho e continuação de boa saúde amiga São.
Fê
Estamos, de facto, desrespeitando muito, infelizmente, Pacha Mama.
EliminarCuide-se , minha amiga. Beijinho, bom meio de semana :)
Ter medo do desconhecido é normal. Entrar em pânico é doentio, e mata tanto ou mais que o vírus.
ResponderEliminarTambém penso que são as nossas agressões ao planeta as causas da Pandemia.
Abraço e saúde
Concordo inteiramente: empanicar é de evitar mesmo.
EliminarTemos que deixar de pensar que podemos fazer tudo quanto queremos à Natureza, sim, mas sempre houve pestes e tempestades e alterações climáticas.
Beijinho, bom resto de semana
Obedeceu?
ResponderEliminarEm Portugal?
No primeiro confinamento, sem dúvida, obedeceu-se.
EliminarLa mayoría de la gente ha obedecido.
ResponderEliminarPor miedo.
Besos.
Sin duda.
EliminarBeso
Não sei se o medo se propagou mais rápido do que o virus? Talvez em alguns paises do mundo isso possa ter acontecido? No entanto, não é o que tem acontecido e continua a acontecer aqui em Portugal. Ainda há por aí muita pessoas a desafiar o bicho. Porquanto só se lembram de Santa Bárbara quando ouvem os trovões!
ResponderEliminarContinuaçao de boa semana amiga São. Beijinho.
Portugal tem, para bem e para mal, umas características muito próprias.
EliminarO medo esteve presente no primeiro confinamento, agora neste segundo é como diz : andam por aí muitas pessoas brincando com o fogo.
Abraço, bom resto de semana, amigo