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A mostrar mensagens de junho, 2015

"L´AIGLE ÉGYPTIEN - NASSER " - GILBERT SINOUÉ

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Há muitos anos que pretendia conhecer melhor a vida e o percurso deste nacionalista egípcio, que foi a mais viável hipótese de união árabe. Gamal Abdel Nasser ( 15/1/1918 - 28/9/1970) libertou o Egipto da tutela inglesa , derrubando Farouk  e exercendo  o Poder de 1954 até à morte . Enfrentou  situações bem complicadas .Como , por exemplo, o ataque concertado de Israel, França e Reino Unido  quando decidiu nacionalizar o Canal de Suez. A operação foi vergonhosa e massacrou inúmeros egípcios, unindo ainda mais todas as pessoas em torno de Nasser.  As relações do Raís com o Ocidente acabaram por se deteriorar significativamente por causa do apoio incondicional e cego dos EUA a Israel e ao seu total incumprimento das decisões internacionais, às guerras preventivas dos sionistas contra os árabes e massacres dos palestinianos. Foi essa a razão que lançou o Egipto na esfera de influência soviética, embora Nasser abominasse o comunismo. Pela mesma ra...

CITAÇÃO - BAGÃO FÉLIX

"Não gosto desta coisa de passar a certidão de óbito da Segurança Social com um ar de postulado ou axioma. Afirmações dessas são muito categóricas e  carecem de demonstração. A certa altura é uma moda falar-se da insustentabilidade do sistema de Segurança Social, ...que é o único sistema que tem um Fundo de reserva. O Fundo não é do Estado, é dos pensionistas e dos futuros pensionistas. Os velhos agora são mais caros porque vivem mais tempo? O que é isto? Queremos produzir uma eutanásia social? O problema é a economia. Sobretudo por causa do desemprego. Não se deveria usar o rácio de dependência de activos sobre reformados. Os activos são constituídos por empregados e desempregados. O rácio devia ser empregados sobre reformados. Qual demografia ?! É o desemprego!"                                                         ...

CITAÇÃO - ANTÓNIO NÓVOA

" A regra de ouro de qualquer contrato social é a defesa dos mais desprotegidos. Penso nos outros, logo existo(José Gomes Ferreira).É o compromisso com os outros, com o bem de todos, que nos torna humanos. Começa a haver demasiados "portugais" dentro de Portugal. Começa a haver demasiadas desigualdades. E uma sociedade fragmentada é facilmente  vencida pelo medo e pela radicalização. Gostaria de recordar o célebre discurso de Roosevelt , proferido num tempo ainda mais difícil do que o nosso, em 1941. A democracia funda-se em coisas básicas e simples : igualdade de oportunidades; emprego para os que podem trabalhar; segurança para os que dela necessitam; fim dos privilégios para poucos; preservação das liberdades para todos."                                               ANTÓNIO SAMPAIO DA NÓVOA               ...

CITAÇÃO - SILVA PENEDA

"No Governo  há pessoas com menos sensibilidade social. O que se fez à classe média, indispensável numa sociedade democrática, chegou à indignidade.  A Segurança Social não pode ser sujeita a mecanismos de conjuntura."                                                      SILVA PENEDA                                                    (RTP, Abril 2015)

"LA PIRÁMIDE DE KUKULCÁN" - LUIS E. AROCHI

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No  México, os maias , além de organizarem a sua sociedade, construíram edifícios magníficos. Além disso, os seus conhecimentos astronómicos são espantosos e tão avançados como os actuais em certos aspectos. Inclusivamente descobriram o  zero. Uma das provas desse saber é Chichen-Itzá, situada no Iucatão. A estrutura a que os conquistadores espanhóis chamaram "El Castillo"  e que é dedicada a Kukulcán, o Deus-Sol, obedece a rigorosos conceitos matemáticos e a regras de construção precisas. Necessário não esquecer que tem também uma sub-estrutura. Só assim o jogo de luz e sombras desenhado pelo Sol na escadaria principal da estrutura nos Equinócios - também pela própria Lua (U) - foi possível para nosso  deslumbramento. Portanto, mais uma vez se coloca a questão da impossibilidade (tal como no Peru e no Egipto) de povos designados por primitivos ou muito pouco desenvolvidos terem  realizado feitos tão assombrosos. Ouçamos o astróno...