ANA TAPADAS : "CENTAURO " ( " O VOO DAS ÁGUAS ")

 Eu hei-de, então,

Amar silêncios...


Violar sonhos

Desfazer áridas lacunas.


Em Marvão


No dealbar

No limiar...


A voz rouca,

O trovão!






Comentários

  1. Diferente mas muito interessante.
    Um abraço, São.

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    1. Obrigada em meu nome e no de Ana !

      Abraço e boa semana, António :)

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  2. Ojalá siempre sea "En el umbral...



    La voz ronca,

    ¡Trueno!
    Un abrazo. Carlos

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  3. Também sou admirador da Ana...

    Bjinho

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  4. Lindo poema. Te mando un beso y te deseo un buen fin de semana.

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  5. Bom dia:- Poema diferente mas que muito gostei de ler.
    .
    Votos de um feliz domingo
    .

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  6. Um excelente poema de uma grande poetisa.
    Boa semana.
    Um abraço.

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    1. Obrigada, em meu nome e no da Ana!

      Beijinho,, feliz semana :)

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  7. Amiga São,
    Evocar o trovão... "a voz rouca da natureza", cria uma atmosfera que convida a uma profunda reflexão interior sobre a passagem do tempo e a natureza, utilizando a paisagem alentejana como um limiar entre o real e o imaginário, um universo que Ana Tapadas sabe construir com maestria.
    Tenha dias suaves!
    Um abraço!!!

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    Respostas
    1. A minha querida amiga Ana escreve uma poesia de altissima qualidade, sim!

      Agradeço o seu comentário em nome de ambas.

      Caloroso abraço, meu amigo :)

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    2. Amiga São,
      Esta nossa comunidade da blogosfera é incrivelmente rica... e não estou falando de livros publicados ou do desejo de ganhar seguidores; estou falando do processo criativo de cada um de nós.
      Abraços!!!

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  8. São, minha amiga querida, obrigada! (Mais uma vez.)
    Sabes, assistir a uma trovoada em Marvão arrasta-nos para outros mundos...recorda-nos perigo e pequenez. Ainda para mais eu tenho muito medo, quase felino, das trovoadas :)
    Obrigada a todos os comentadores, por tão generosas palavras.
    Um abraço

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"BENVEGUT AQUÈL QUE NOS VEN MANS DEBÈRTAS"
(Saudação Cátara)

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